quinta-feira, 16 de maio de 2013

Foto: Reflexões sobre a inveja. Existe inveja branca e inveja negra? Tem quem pense que inveja branca e mais branda, menos nociva. Certamente, inveja é um duplo erro. Quem inveja se acha menos que o outro, e acredita que o outro é mais do que ele. É um erro BIPOLAR. Inveja-se sempre o que não se tem. O invejoso esquece o que tem e que pode ser alvo da inveja de outros. Uma pessoa pode invejar e ser invejada. Sentimento humano universal, mas ninguém gosta de sentir. Melhor é pensar que inveja é coisa que somente os outros sentem. Uma vez conheci um milionário que me invejava por eu ser médico. Custei para entender. Ele acreditava que eu tinha algum tipo de poder sobre a vida e a morte das pessoas que ele não tinha. Mas ele tinha tudo aquilo que qualquer mortal desejaria. Poder, dinheiro e sucesso. E se preocupava comigo. Um médico recém formado que nem casa prórpia tinha. Era um sentimento que não se baseava na realidade, mas numa percepção de si mesmo como inferior. Vinha de uma família pobre, o pai o havia abandonado na infância e prosperou pelo próprio mérito. Mas na minha presença se achava inferior. E olha que não sou o tipo arrogante. Depois de um tempo ele percebeu que inveja às vezes pode ser convertida em admiração. Ele me admirava por algumas qualidades e percebeu que eu também reconhecia seu valor. Considero isto uma superação.Reflexões sobre a inveja. Existe inveja branca e inveja negra? Tem quem pense que inveja branca e mais branda, menos nociva. Certamente, inveja é um duplo erro. Quem inveja se acha menos que o outro, e acredita que o outro é mais do que ele. É um erro BIPOLAR. Inveja-se sempre o que não se tem. O invejoso esquece o que tem e que pode ser alvo da inveja de outros. Uma pessoa pode invejar e ser invejada. Sentimento humano universal, mas ninguém gosta de sentir. Melhor é pensar que inveja é coisa que somente os outros sentem. Uma vez conheci um milionário que me invejava por eu ser médico. Custei para entender. Ele acreditava que eu tinha algum tipo de poder sobre a vida e a morte das pessoas que ele não tinha. Mas ele tinha tudo aquilo que qualquer mortal desejaria. Poder, dinheiro e sucesso. E se preocupava comigo. Um médico recém formado que nem casa prórpia tinha. Era um sentimento que não se baseava na realidade, mas numa percepção de si mesmo como inferior. Vinha de uma família pobre, o pai o havia abandonado na infância e prosperou pelo próprio mérito. Mas na minha presença se achava inferior. E olha que não sou o tipo arrogante. Depois de um tempo ele percebeu que inveja às vezes pode ser convertida em admiração. Ele me admirava por algumas qualidades e percebeu que eu também reconhecia seu valor. Considero isto uma superação.

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